segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Qual seu maior medo?


Qual seu maior medo? 
Aquele que te faz suar, ter calafrios. 
Aquele que te faz perder o sono.
Que tem faz chorar como uma criança de 3 anos sozinha na rua. 
Aquele que destrói seu dia, te deixando tão triste, mau humorado que é difícil de explicar. 
Aquele que te faz ser agressivo, ou ficar na defensiva o tempo inteiro. 
Aquele que te faz, por vezes, sentir raiva de si mesmo e de muitas outras pessoas. 
Aquele capaz de destruir suas relações e se afastar dos outros só de pensar nele.
Sim, esse mesmo, que por vezes te faz ter pena de si mesmo e se achar incompreendido pelo mundo. 

Ele é o seu dono. 
Está comandando a sua vida, as suas decisões. 
Ele quem está decidindo se você vai ter um ótimo ou péssimo dia. 
Ele quem está ditando as regras das suas relações (ou não relações) com as outras pessoas. 
Ele quem escolhe os lugares onde você vai ou não.
Ele controla todas as suas outras emoções. 
Escolhe até as músicas que você ouve.
Sim, ele domou você! 


Quanto mais você luta para escondê-lo e minimizá-lo, mais ele cresce. 
Parece o monstro dos filmes de terror mais absurdos. 
E então você tenta abafá-lo com vícios e diversões fúteis. 
Mas ele sempre volta e você tenta calá-lo mais uma vez com o barulho da TV.
Ou ocupa todo o seu tempo com trabalho e outras atividades que você odeia.
E, de repente, quando parece que você o calou, ele aparece novamente. 
Ainda mais forte. 

Seu maior medo tem o tamanho que você deu a ele. 
Você o alimentou durante anos à fio. 
E então virou sua sombra, seu segredo, seu “pior” lado… 


Quando você tem dúvidas sobre determinado assunto, você pesquisa sobre ele. 
Faz perguntas, questiona, busca meios de entendê-lo. 
E quanto mais pesquisa e compreende, mais o assunto é esclarecido
Vem à luz o conhecimento e a dúvida acaba. 
Correto?

A única forma de acabar com a escuridão é a luz.  

Também é assim com o seu medo, a sua sombra. 
Ele só vai perder o domínio sobre você quando você se sentar diante dele e encará-lo. Quando fizer as perguntas certas, pesquisá-lo à fundo, enfrentá-lo e entender a função que ele tem na sua existência, evolução.  
Entender, sem julgamentos, sem preconceitos, vai te ensinar a lidar com ele. E, então, você retoma o que lhe é de direito: o controle da sua vida.

Ser corajoso não é não ter medo de nada. Ser corajoso é ser maior que seus medos, enfrentá-lo, domina-lo. 
E não precisa fazer isso sozinho. 
Nem precisa e nem deve. 
Escolha uma pessoa capacitada, de confiança. 
Um psicologo, líder espiritual, um grande amigo…  
Se abra. 
Encontre, junto com ela um modo de enfrentar, entender e lidar com este medo.

Não se assuste: todos temos medos, segredos, sombras. 
Ninguém é superior a você. 
O que diferencia as pessoas é a forma com que elas lidam com esses medos.  

Ninguém nasceu para vier nas sombras.
Ninguém nasceu para ser dominado pelo medo.

Estamos aqui para aprender, melhorar, evoluir e, principalmente, amar e ser feliz. 
E este amor deve começar por nós mesmo. 

Venha para o lado da LUZ!

Kassia Luana 

quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Assim é uma mulher bem resolvida



Uma mulher bem resolvida não tem medo ou vergonha de expressar seus sentimentos. Não se importa com o julgamento das pessoas. É segura de si, das suas capacidades e talentos.

Uma mulher bem resolvida sabe que não está em uma competição com outras mulheres. É ciente de suas qualidades e sabe trabalha-las muito bem. Não se compara a outras pessoas e sabe que cada ser é único e especial. Sabe que não pode agradar a todos (e nem tenta).

Uma mulher bem resolvida dá o seu melhor em tudo que faz. Não permite que a opinião das pessoas mude sua base, seus conceitos e seu comportamento. É emocionalmente equilibrada. Tem um auto nível de autoconhecimento.

Uma mulher bem resolvida tem a si mesma como prioridade. Não julga as pessoas. Se ama incondicionalmente. Não permite que fatores externos influenciem sua felicidade, pois sabe que a felicidade vem de dentro.

Uma mulher bem resolvida ama sem “mas” ou vírgulas. Não odeia ninguém. Perdoa. Sabe quando permanecer e quando seguir em frente.  

Uma mulher bem resolvida não tem apego. Sabe que tudo é passageiro, incluindo os momentos ruins. Cuida do corpo, mas prioriza o espírito e a mente. É ciente de suas limitações, mas não se deixa definir por elas.

Uma mulher bem resolvida adora a própria companhia e desfruta dela sempre que pode. Respeita-se e respeita os outros também. Tem seus próprios conceitos sobre muitas coisas, mas sabe que mudar de opinião faz parte da vida.

Uma mulher bem resolvida busca melhorar a cada dia pois sabe que está na Terra para isso. Está sempre aprendendo, aprimorando, buscando conhecimento. Tem opiniões baseadas em sua própria análise e não se deixa influenciar.

Uma mulher bem resolvida é uma mulher genuinamente FELIZ!

Este é o meu conceito. Se você ainda não se vê como uma mulher bem resolvida, independente da sua idade, passado ou credo, afirmo com convicção que ainda dá tempo de se reconstruir e se tornar bem resolvida. Dentro dos seus próprios conceitos.

Namastê
Muito obrigada!
Kássia Luana

domingo, 22 de setembro de 2019

A história clichê do patrão que quer a saída do colaborador... e inferniza a vida dele.




Muitas ações se assemelham nas relações pessoais e profissionais. A prioridade ao respeito, bom humor, equilíbrio, autovalorização, por exemplo, podem se encaixar nas duas situações. E algumas situações negativas também.

Todo mundo já teve um amigo ou familiar que arrumava uma briga de última hora para não cumprir com alguma obrigação ou compromisso. Ou uma amiga que coloca sempre defeito em você e nas suas conquistas para se sentir melhor. Ou um namorado que deseja terminar e, para não tomar a frente da decisão, torna sua vida um inferno para que você tome a iniciativa.

Pois, é. E existem muitos “líderes” que agem da mesma forma. Para não dar um aumento, por exemplo, colocam defeitos no trabalho do colaborador. Para não dar uma promoção, desmerece toda e qualquer atividade executada pela pessoa. Para não demitir e pagar as multas devidas, pressiona-a, de diversas formas, até que a pessoa não resista e peça um acordo.

Seguem alguns sinais evidentes de que o seu “líder” está fazendo este terrível jogo:
·        Mudanças de horário;
·        Implicância com detalhes outrora irrelevantes;
·        Dificultar solicitações;
·        Mudança de setor, cargo ou atividade para algum que você certamente não aprovaria;
·        Ser invasivo (mexendo, por exemplo, nas suas gavetas quando você não está e deixando evidente);
·        Questionamentos aleatórios, constantes e até mesmo constrangedores;
·        Aumento exagerado de demanda de atividades;
·        Mudança de tratamento;
·        Extrema cobrança;
·        Não ouvindo mais a sua opinião e o tornando invisível;
·        Alterações no seu setor sem seu conhecimento;
·        Ignorar seus projetos;
·        Reuniões e decisões às escondidas;
·        Dentre outros.
É uma situação insustentável e, é claro, vai culminar na sua saída da empresa. Vale ressaltar que esses são abusos mais que profissionais, são psicológicos também e é preciso estar atento.

Mas, antes de tomar qualquer decisão, se faça algumas perguntas:
1.     Você está dando o seu melhor para realização de um bom trabalho?
2.     Está sendo honesto com a empresa e com você mesmo?
3.     Gosta do seu trabalho, está feliz nele ou está apenas confortável nele?
4.     Fez o melhor para que a relação com o seu superior e equipe fosse a melhor possível?
Depois de ler e responder estas perguntas, pense um pouco sobre elas e se vale mesmo à pena manter-se em um local onde não é mais desejado. E, caso decida sair, prepare-se antes da seguinte forma:
·        Não leve as ações do seu atual superior como algo pessoal;
·        Mantenha o equilíbrio e continue dando o seu melhor para que, quando venha a sair, mantenha uma imagem impecável;
·        Tente não deixar que a postura equivocada do seu superior no trabalho interfira na sua vida pessoal.
·        Verifique as suas finanças e as organize, preparando-se, assim, para qualquer imprevisto;
·        Faça uma lista de suas aptidões e aprimore-as;
·        Analise o que você realmente gosta de fazer, escolha e se dedique a isso;
·        Revise o seu currículo e tenha autocrítica para saber o que pode ser melhorado;
·        Faça algum curso de especialização ou atualização profissional;
·        Crie um perfil no LinkeDin e seja ativo nele;
·        Leia sites, revistas ou jornais com conteúdo relevante para a sua área;
·        Aumente a sua rede de contatos;
·        Pesquise sobre o setor que você quer seguir e comece a se engajar e ser visto pelas empresas ou público que te interessa.
·        Mantenha a autoconfiança.
Tanto na vida pessoa quanto na profissional, não deixe que as atitudes das outras pessoas ditem as suas, ou digam quem você é. Continue melhorando, aprimorando suas habilidades, dando o seu melhor e sendo gentil. Há muito espaço para você em outros lugares, empresas, relacionamentos...

Seja gentil com você mesmo!

Sucesso!

Kássia Luana



quinta-feira, 19 de setembro de 2019

O excesso de auto critica pode acabar com sua carreira (e sua felicidade também)



Autocrítica é a capacidade do indivíduo realizar uma avaliação profunda de seus atos, qualidades e defeitos. Tê-la, pode ser uma característica muito boa, no sentido de nos ajudar a ser cada vez melhores para nós e para os outros. Mas também pode ser o próprio inferno.

Temos o hábito de ser mais maleáveis com os outros, empáticos. Procuramos sempre compreender o lado da outra pessoa, justificar seus atos... Mas, quando se trata de nós mesmos, julgamos nossas ações, qualidades e defeitos com uma medida muito injusta.

Até poucos anos atrás, eu tinha uma autocrítica tão feroz que muitas vezes não conseguia sair do lugar. Tudo tinha que sair perfeito: trabalho, relacionamento, amizades... Cada atitude minha era avaliada com um rigor tão grande, que, por exemplo, se eu cometia um erro, mínimo que fosse, me martirizava à ponto de adoecer. Mas, quando alguém errava comigo, tentava compreender, perdoar, relevar, esquecer.

E quando acertava em algo, era até elogiada pelos outros, tentava minimizar, encontrar erro ou falhar, dizer sempre que poderia ser melhor. Escrevi livros inteiros e joguei fora por não achar que eram bons o suficiente; terminei relacionamentos porque não eram “ideais”; tinha brigas homéricas no trabalho e com a família...

Já se viu fazendo isso? Com certeza, sim!

Quando comecei a me conhecer, percebi que muito disso vinha da sensação de não merecimento e culpa. E, a seguir, vou te contar passo à passo deste processo.

Raiz
Muitos de nós fomos educados por adultos, sejam eles familiares ou professores, que não mostravam seu lado vulnerável. Eles nos passam a sensação de que não falham, não choram, não sofrem. E esses eram nossos espelhos.

Quando tirávamos uma nota baixa na escola ou cometíamos algum erro, recebíamos deles repreensões e críticas severas. Ouvíamos frases como “você me decepcionou”, “você me deixa muito triste” ...

Mas, quando fazíamos algo de bom, era apenas “nossa obrigação” e nunca estava bom o suficiente: o 8 podia ser 9, lavar os pratos podia ser faxina na casa, ajudar um amigo podia ser fazer a tarefa completa... Tudo isso vindo dos nossos “ídolos perfeitos” que estavam apenas replicando a forma como foram educados.

E foi com essas medidas que muitos de nós passamos a vida inteira nos julgando. A insuportável sensação de não merecer as coisas que conquistamos, de não ser suficiente, de que sempre poderia ter feito melhor, de se punir reiteradas vezes por qualquer erro. Uma angústia e tristeza constante.

Solução
A primeira coisa que você precisa saber é que todos nós estamos encarnados aqui para evoluir, melhorar e adicionar informações ao Todo, Deus, o Universo. Absolutamente ninguém que encarnou aqui é perfeito. Todos vieram para aprender e aperfeiçoar algo, caso contrário, estaríamos em outro “plano”.

Em seguida, compreenda que somos todos um, partes do mesmo Todo, criados pelo mesmo Deus. E, como parte dele que é puro Amor, já surgimos aqui merecedores de tudo o que é bom: felicidade, paz, sucesso, prosperidade, mais amor... Independentemente de quem você seja, a base é a mesma e o merecimento também.

E já que somos parte deste Todo, quando nos maltratamos com críticas, pensamentos negativos, sensação de não merecimento, raiva, rancor... estamos, automaticamente adicionando à nossa frequência mais e mais desses sentimentos que, enquanto não forem limpos, continuarão este ciclo.

Se você é rigoroso consigo mesmo, é rigoroso também com o Todo. E isso me parece bem injusto, concorda? Não estou dizendo para você fazer o que quiser, sem pensar nas consequências. Mas estou pedindo para que você entenda que tudo acontece por uma razão e para um bem maior. E, no momento em que você julga, deixa de ser um observador, e, consequentemente, perde a oportunidade de aprender com aquilo e cumprir o seu papel.

Tomar consciência de todas estas coisas me ajudou a ser genuinamente feliz. Hoje, comecei a compreender minha missão por aqui, observo minhas atitudes com mais clareza, me trato com mais carinho e respeito, atraio para minha vida relações e oportunidades maravilhosas como consequência.

Há anos não sei o que é uma briga e não vejo, sinceramente, motivo para brigar com quem quer que seja. Compreendi que para ser verdadeiramente empático e poder perdoar honestamente as pessoas, precisava perdoar e respeitar a mim mesma. Ver o outro, também como um aprendiz. Incluindo nossos pais.

O mandamento é claro: “Ame ao próximo como a ti mesmo”. Então, eu só posso amar o outro se me amar muito também. E me amando atraio amor. Sendo feliz, atraio mais felicidade. Respeitando, atraio respeito. Perdoando, sou perdoado. E assim sucessivamente.

Pare de se julgar com a medida dos outros. Não seja injusto com você que merece todo amor, paz, prosperidade e tudo de mais maravilhoso que existe. Não sinta culpa por errar. Aprenda o que tiver de aprender, se perdoe e siga em frente.

Lembre-se que quanto mais coisas positivas, boas, você tiver dentro, mais disso vai atrair. E é isso que você merece!

Namastê
Muito obrigada!
Kássia Luana

domingo, 15 de setembro de 2019

É o amor que muda tudo. Amem sem medo, sem “mas”, sem vírgulas!



Em muitas situações, quando não estamos emocionalmente envolvidos, não conseguimos mensurar sua profundidade. Esse é um dos motivos pelos quais não devemos julgar as ações e emoções das pessoas.

Vi a matéria, por exemplo, de um pai que “perdeu” a filha de 9 anos para o câncer. E, por mais que eu tentasse imaginar o que aquele pai estava sentindo, por mais que me compadecesse de sua dor, sei que não conseguiria chegar nem perto de saber. Mesmo pra mim, que já perdi um filho também.

Quantas vezes olhamos casais que “normalmente” seriam impossíveis de dar certo, e dão?
Quantas vezes vemos uma casa simples, mas tão bem cuidada, aconchegante, que não dá vontade de sair?
Quantos profissionais, com muitos cursos não conseguem se dar bem na profissão e um, sem nenhum preparo técnico, é fortemente procurado pelos clientes?  

É o amor.

O amor muda tudo.

A forma de se relacionar, de viver, de ver as outras pessoas. É o amor que faz você ser um bom profissional e um sucesso em tudo que faz. É o amor que faz você se conectar profundamente com pessoas boas.

O amor move o mundo. É energia criativa.

Sem amor, as coisas não tem sentido, cheiro, cor.

Com amor, os atos mais simples se tornam grandes, importantes. Com amor temos sucesso, alegria, entendimento, responsabilidade com o outro.

É por isso que a comida da vovó é a melhor do mundo. E o beijo na testa dado por um filho é tão especial. E o abraço de um caro amigo se torna valoroso. E uma rosa dada pelo companheiro tem mais cheiro e valor que qualquer outra no mundo.

E não precisamos aprender sobre amor. Já nascemos com ele e somos feitos dele. É preciso, apenas, perder o medo e se abrir.

Fomos educados para ter medo do que deveria ser natural para nós: Amar!

Amem sem medo, sem “mas”, sem vírgulas!

Só o amor pode mudar o mundo!
Namastê
Muito obrigada!
Kássia Luana

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Você é uma mulher e não o Centro de Reabilitação do seu parceiro!



Muitas de nós nasce com um instinto materno, protetor. Queremos fazer com que tudo e todos à nossa volta se sintam bem, felizes, protegidos, amados. É da natureza de muitas. Mas, por vezes, deixamos que as pessoas se aproveitem disso. Amigos, familiares, patrões e, principalmente, parceiros.

Conhecemos alguém, nos apaixonamos. E quando esta pessoa entende que estamos envolvidas o suficiente, que somos capazes de fazer todo o possível para vê-la feliz, se aproveita disso.

Já vi mulheres tomarem grandes empréstimos para resolver a vida de seus parceiros. Deixar o trabalho para se dedicar ao negócio deles. Já vi mulheres se envolverem em situações com ex mulheres ou ex namoradas dos caras para ajudar na solução de problemas com os filhos deles. Já vi mulheres viverem em função do parceiro na tentativa de “salvá-los” de vícios. Já vi muitas mulheres servirem de suporte para que homens se recuperassem de finais de relacionamentos tumultuados e sofridos com outras pessoas.

Já vi mulheres mudarem de cidade e abrirem mão de tudo para ajudar o parceiro em uma oportunidade que ele teve. Já vi mulheres abandonarem grandes carreiras porque o parceiro se sentia frustrado com o crescimento dela. Já vi mulheres abandonarem seus sonhos para viver a vida e o sonho do parceiro. Já vi mulheres permanecerem como amantes de homens que diziam que elas eram o “refúgio” deles.

E o final é sempre o mesmo: Quando o parceiro passa pela fase difícil, melhora emocional e financeiramente, quando se fortalece e se sente pronto, simplesmente segue em frente. E a “parceira”, que se permitiu ser usada como degrau e Centro de Reabilitação, é deixada para trás. Sim, ela se permitiu, acreditando que ganharia algo com isso. Na maioria das vezes, acreditou que ganharia o amor da pessoa.

Entenda, não estou dizendo que você não deve ajudar o seu parceiro. Relacionamento é parceria. Um ajuda o outro e os dois crescem, juntos. Mas tem que ser uma via de mão dupla. Se somente um lado doa, cuida, sede, a balança fica desequilibrada e a consequência é frustração e sofrimento. E ninguém quer isso, concorda? A chave de um bom relacionamento é o equilíbrio.

Minha mãe diz sempre: “o que levanta rabo de calango é areia quente não a gente”. Seu parceiro tem que se colocar à prova e correr atrás dos próprios sonhos, se colocar no fogo se quiser crescer e resolver os próprios problemas. Você não é o Centro de Reabilitação do seu parceiro, não pode e nem deve resolver tudo para ele. Você é o ponto de apoio, a companheira, a amiga, mas não pode se colocar como alavanca para a vida do outro. Ninguém pode salvar ninguém. O processo de salvação é individual.

Não acostume o outro a te procurar apenas quando precisa de algo que você pode dar. Valorize quem escolhe estar com você por amor, prazer, alegria, sem segundas intensões. E não porque espera que você faça algo por ele. Porque uma hora a fonte seca e você vai desejar mais do que está recebendo. Mas não vai ter...

Namastê
Muito Obrigada!
Kássia Luana



segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Fique com alguém que te dê liberdade de ser quem você é



Muitas vezes nos envolvemos em relações que nos fazem sentir aliviados quando a pessoa não está perto:

“Graças a Deus que fulano não está aqui”
“Agora que ela saiu tenho paz”
“Vou aproveitar que ele não está aqui para poder me concentrar”
“Com ela aqui vou conseguir, finalmente, fazer tal coisa”
“Com ele aqui eu não consigo, simplesmente, fazer nada!”

E, quando a pessoa está perto, sente cansaço, um pouco de tensão. Está o tempo todo tentando parecer ou ser alguém diferente do que é. Sente-se pressionado, cobrado o tempo inteiro.

E, por incrível que pareça, estas relações estão ficando cada vez mais comuns. Quando você pergunta a essas pessoas o motivo pelo qual mantem estes relacionamentos, as respostas são assustadoras. Já ouvi:

“Costume”
“Hábito”
“Não tenho mais idade pra conseguir outra pessoa”
“Pelos filhos”
“Ele me sustenta”
“Ela cuida dos negócios”
“Temos bens em comum”
“Prometi aos pais dele que cuidaria dele”
“Quem mais vai me querer?”

E seguem infelizes, carregando as relações como castigos por algo que acreditam ter feito no passado ou, sabe-se lá porque.

O que você merece?

Antes de escolher dividir a vida com alguém, você precisa estar sereno, completo, feliz, ciente e seguro de quem você é. E, quando você está nesta frequência, consegue perceber o que não te faz bem e o que não merece participar desta vivencia. Seja na vida pessoal ou profissional. Então, você vai escolher relações que somem, que acrescentem apenas coisas positivas e vivências enriquecedoras à sua vida.

Fique com alguém que te faça ser mais criativo.
Fique com alguém que te faça sorrir à ponto de doer a barriga.
Fique com alguém que te incentive a ser melhor, que te dê liberdade de ser quem é.
Fique com alguém que não te julgue.
Fique com alguém que, quando está longe, você lembra e solta um sorriso largo.
Fique com alguém que goste das suas péssimas piadas.
Fique com alguém que consiga sorrir até do seu ronco.
Fique com alguém que te inspire.
Fique com alguém que te faça sentir saudade, mesmo que a distância seja pouca.
Fique com alguém que te beije e abrace em público.
Fique com alguém que consiga te divertir num fast food ou em um bistrô.
Fique com alguém que te faça sentir único e especial, como você é.
Fique com alguém que respeite a sua individualidade, o seu espaço.
Fique com alguém que compartilhe de muitos dos mesmos gostos que você.
Fique com alguém que encontra tempo para te ver em meio a correria da semana.
Fique com alguém que te admira.
Fique com alguém que te olha com ternura, mesmo quando você não está vendo. E você pode sentir isso.
Fique com alguém que não tenha medo de se mostrar vulnerável quando está com você.
Fique com alguém que quer dividir com você, desde os momentos bons aos ruins também.
Fique com alguém que te ensine coisas novas.
Fique com alguém que te energiza a cada encontro.
Fique com alguém que faça planos com você.
Fique com alguém que te olhe nos olhos.

E, quando encontrar alguém assim, seja assim para ele também.
O mundo precisa muito disso.
O remédio do mundo é o amor.

Namastê
Muito obrigada!
Kássia Luana